O juiz da 3ª Vara Criminal de Canoas determinou, ainda, a manutenção do sigilo do processo. O caso foi revelado em setembro de 2010, depois de investigações do Ministério Público de Canoas comandadas pelo promotor Amilcar Macedo. Em janeiro de 2011, o promotor denunciou o trio por acesso ilegal ao sistema de Consultas Integradas.
De acordo com a denúncia, o esquema envolveu recebimento de propina, contravenção e espionagem. O MP apurou que o sargento Rodrigues acessava dados restritos de políticos, jornalistas, advogados, delegados de polícia e também de oficiais da BM. O Ministério Público (MP) de Canoas denunciou Rodrigues por crime de concussão, por exigir propina. Já Lied e o tenente-coronel da reserva foram denunciados por crime de violação de sigilo funcional, por terem usado os cargos para obter informações privilegiadas.