O secretário da Fazenda, Odir Tonollier, prefere aguardar o julgamento do mérito, mas já admite uma alternativa de previdência, já que essa é a segunda derrota do governo em uma tentativa de reforma previdenciária no Estado. “Quem moveu esse pedido de liminar é uma parte do funcionalismo com os salários mais altos. Se os impasses persistirem, não se descarta a criação de uma previdência complementar para quem recebe mais ao invés de manter exclusivamente a Previdência pública”, alertou Tonollier.
O procurador-geral do Estado Carlos Henrique Kaipper espera conquistar uma vitória no julgamento do mérito da matéria. O Tribunal de Justiça ainda precisa comunicar, oficialmente, o governo do Estado, para que não haja a cobrança superior nas folhas de pagamento do funcionalismo no fim de novembro.