O recurso foi distribuído à desembargadora Laura Louzada Jaccottet, da 2ª Câmara Cível do TJ. Pedro Ruas sustenta não ter ocorrido licitação pública para a concessão do serviço, nem audiência pública para a debater o assunto. Ele ainda defende que a base de cálculo usada para fixar o percentual de aumento está inflada.
Em primeiro grau, a Justiça negou pedido de suspensão do reajuste alegando que foi legal o ato da administração pública que resultou no aumento. O recurso do PSol é similar ao que foi protocolado em março 2013 e que resultou na redução de R$ 0,20 no valor da passagem. Desde 7 de abril, a tarifa dos lotações também subiu, de R$ 4,20 para R$ 4,40.