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TJ estima perda de R$ 1 milhão com alagamento do prédio sede, em Porto Alegre

Equipes seguem trabalhando para que trabalhos sejam retomados na segunda-feira

TJ estima perda de R$ 1 milhão com alagamento do prédio sede, em Porto Alegre
TJ estima perda de R$ 1 milhão com alagamento do prédio sede, em Porto Alegre Foto : Tribunal de Justiça / Divulgação / CP
Os danos causados pelo temporal que atingiu Porto Alegre na semana passada, aliados à falha no sistema de bombeamento do Departamento de Esgotos Pluviais (DEP) da Prefeitura Municipal, implicaram em prejuízos de R$ 1 milhão ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. O prédio-sede do Poder Judiciário gaúcho teve inundadas as instalações técnicas, equipamentos, serviços de informática e de telefonia. Desde a quinta-feira passada, equipes de engenharia e de segurança seguem trabalhando exaustivamente para que os trabalhos sejam retomados na segunda-feira.

O pavimento térreo do TJ fica em nível inferior ao das avenidas Borges de Medeiros e Aureliano de Figueiredo Pinto, mas dispõe de um sistema de bombas submersas que fazem o serviço de drenagem interna, sempre que cresce a vazão do esgoto pluvial. Quando o sistema do DEP para de funcionar, porém, o do TJ trabalha afogado, levando o sistema à fadiga e, por consequência, falhando na retirada da água acumulada.

Com o temporal da noite do dia 14, o nível das águas chegou a 1,20m de altura em alguns compartimentos, desativando, inclusive, os geradores, o que deixou o prédio sem energia elétrica. A subestação foi atingida e os quatro transformadores tiveram perda total. A central térmica de climatização do prédio ficou submersa sob 1,5m de água e lodo. Foram atingidos conjuntos de 12 moto-bombas, quatro resfriadores de líquido e quadros elétricos de alimentação e comando. Com isso, a comunicação do TJ (rede lógica) com os Foros do Estado também ficou interrompida.

No total, foram alugados três transformadores e um gerador. Um laudo vai definir se os equipamentos antigos tiveram ou não perda total. Os oito elevadores que atendem ao nível térreo sofreram avarias e, com a falta de energia elétrica, ficaram inoperantes, também, os sistemas de informática e de telefonia.