Conforme a assessoria de imprensa do TJ, o desembargador Carlos Eduardo Zietlow Duro, que indeferiu o pedido de efeito suspensivo, deve agora analisar o mérito da questão. Antes, porém, ele deve ouvir os argumentos do sindicato, da Prefeitura, da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), do Ministério Público, do Conselho Municipal de Trânsito Urbano (Comtu) e dos vereadores que moveram a ação com o pedido de liminar.
O presidente da Associação dos Transportadores de Passageiros de Porto Alegre (ATP) e do Seopa, Ênio Roberto dos Reis afirmou que está confiante de que a Justiça reverta a decisão para que o valor da passagem retorne aos R$ 3,05. “Quem devia ter recorrido desde o início era a prefeitura, que chancelou o aumento. Aliás, está aquém do necessário, pois trabalhamos com prejuízo. Ainda assim, o julgamento do mérito deve ser favorável”, ponderou.
Pedro Ruas ainda finaliza cálculo baseado nos itens de tabelas para reajuste do valor do transporte público. Ele busca um número preciso e atualizado para entrar com ação popular na Vara da Fazenda Pública no Fórum de Porto Alegre. O objetivo é que os valores das passagens seja ainda mais reduzido, por volta de R$ 2,70.