A Associação de Transportadores de Passageiros (ATP), que representa as empresas de coletivos, informou que o seu presidente, Ênio Roberto dos Reis, solicitou ao setor jurídico análise e elaboração de instrumentos processuais para serem aplicados neste caso. Em fevereiro, período no qual são apresentadas as propostas de reajuste da tarifa, o pedido da ATP foi de R$ 3,30.
Após análise da EPTC, o reajuste foi autorizado para R$ 3,05. Depois de ações na Câmara de Vereadores, no Ministério Público de Contas (MPC), além de protestos populares, o preço cobrado na roleta retornou a R$ 2,85. No entanto, a conta feita pelo MPC é de que o valor deveria ser de R$ 2,60. As empresas alegam prejuízos e buscam atualizar os valores.