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Trânsito é intenso na saída de Porto Alegre

Situação é mais complicada no acesso da Assis Brasil à freeway e na Castelo Branco

O trânsito começa a se intensificar na saída de Porto Alegre no fim da tarde desta sexta-feira. Segundo a Concepa, o problema mais crítico se concentra no km 86, na saída pela avenida Assis Brasil, mas não há lentidão. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) registra fluxo intenso na avenida Castelo Branco. Até as 17h, 27,6 mil veículos já haviam passado pela freeway em direção ao Litoral Norte do Estado.

O fluxo no posto de pedágio de Gravataí é de 75 carros por minuto e, em Santo Antônio da Patrulha, 70. Entre hoje e amanhã, a expectativa é de que 134 mil carros deixem Porto Alegre em direção ao Litoral Norte. Outras 85 mil pessoas devem deixar a Capital de ônibus.

Na ERS 040, o movimento também é intenso rumo ao litoral, com 20 carros por minuto no posto de pedágio de Viamão. Até as 17h, oito mil veículo já haviam passado pela rodovia, sendo que o número deve chegar a 18 mil até o fim do dia. Não foram registrados acidentes.

Já na BR 101, em Torres, o fluxo é de 21 carros por minuto em direção ao litoral. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não há pontos de lentidão e a expectativa é que isso não ocorra devido à duplicação da rodovia.

Santa Catarina

O trecho da BR 101 em Santa Catarina, por outro lado, apresenta diversos pontos de congestionamento e lentidão. O problema mais crítico ocorre na chegada dos trevos de acesso a Sombrio e a Araranguá, no fim da duplicação em Jaguaruna e principalmente entre Tubarão e Laguna, considerado o maior "gargalo" da rodovia em território catarinense.

No local, o congestionamento chega a 10 quilômetros, segundo o posto da PRF em Tubarão. A partir das 19h, os engarrafamentos devem se tornar maiores, até a meia-noite. A previsão é de que 30 mil veículos deixem o Rio Grande do Sul em direção às praias catarinenses.

Praia

Os foliões que forem para o Litoral Norte terão que aceitar o aspecto “chocolatão” do mar até domingo ou segunda-feira. De acordo com o geólogo Mattos'alem Roxo, coordenador da Regional da Fepam em Tramandaí, a coloração ocorre por causa da morte de algas e da baixa temperatura da água. Leia mais e veja fotos

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