Os trabalhadores reinvindicam dispensa remunerada e passagens pagas pela empresa para viajar aos locais de origem, já que a maioria é do Nordeste, além de ajuda de custo para moradia, participação nos lucros e resultados e vale-rancho.
O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de Porto Alegre (Sticc), Valter Souza, fala das más condições de trabalho enfrentadas pelos funcionários. Entre os problemas estão orientação para que os operários não deixem o canteiro de obras no intervalo de almoço, alimentação diferenciada de trabalhadores do setor administrativo, entre outros itens.
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Enquanto a construtora não fizer uma proposta, os trabalhadores prometem seguir paralisados. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa da OAS, que prometeu encaminhar uma nota sobre o ocorrido, o que até o momento não foi feito.