As três casas de detenção receberão 1,6 mil presos que estão no Central. O secretário justificou a necessidade de 60 dias para trocar os apenados de cidade porque é preciso conhecer cada um dos que trocarão de penitenciária, juntar os de perfil semelhante e deixá-los o mais próximo possível das famílias. Michels assegurou, ainda, que o processo vai ser realizado “com cautela”.
O Presídio Central foi inaugurado em 1959 e enfrenta há anos um quadro de superlotação. Hoje, tem cerca de 4,6 mil homens para pouco mais de duas mil vagas. De acordo com Michels, até 2014 o presídio deve ser extinto ou reformado.