A sentença é do juíz Antônio Carlos Nascimento e Silva, da Vara de Registros Públicos da Capital. Amorim atuou no caso em parceria com o também assessor jurídico do Somos, Gustavo Bernardes. O advogado salientou que o Estado reconheceu a construção da identidade de gênero, abrindo precedente para que outros travestis e transsexuais sejam beneficiados. "Desviou do caminho da patologização", frisou o defensor.
"Parece que nasci novamente", festejou Marcelly. A ativista, que também preside a ONG Igualdade, salientou que o caso abre precedente para que outras pessoas na mesma condição deixem de passar por constrangimento e humilhação.