Dilma encerra nesta terça-feira sua visita de dois dias aos Estados Unidos, quando esteve em Washington ontem e em Boston hoje. A presidente se reuniu com o presidente norte-americano, Barack Obama, além de empresários e pesquisadores das universidades de Harvard e Massachusetts. Em discussão, a crise econômica internacional, facilidades para a concessão de vistos de entrada no país e o programa Ciência sem Fronteiras.
Nos debates, a presidente reiterou a necessidade de fortalecer as parcerias em várias áreas para combater os efeitos da crise econômica internacional. Ela destacou que é fundamental suspender as medidas protecionistas que impedem o dinamismo do mercado e bloqueiam avanços dos países emergentes.
Em relação ao Ciência sem Fronteiras, Dilma ratificou que a ideia do programa é enviar 100 mil pesquisadores, em quatro anos, para diversos países. Só para universidades norte-americanas deverão ser enviados 20 mil pesquisadores – nos níveis de graduação e pós-graduação.
O governo promete custear 75 mil bolsas e espera que a iniciativa privada viabilize outras 25 mil. O programa inclui desde bolsas sanduíche (em que parte do curso é feito em uma universidade estrangeira) de graduação até pós-doutorados em 18 áreas de tecnologia, engenharia, biomedicina e biodiversidade.