O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou nesta quinta-feira (2) que os ataques dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã constituem uma violação do direito internacional, informou a imprensa estatal chinesa.
Wang também ressaltou que o Conselho de Segurança da ONU, do qual a China é membro permanente, "deveria evitar a escalada do conflito", destacou a emissora estatal CCTV.
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Apesar das palavras de Yi, a escalada da guerra é algo próximo, uma vez que o presidente Donald Trump dobrou a aposta e afirmou que irá seguir bombardeando o Irã nas próximas duas ou três semanas. "Nas próximas duas a três semanas, vamos fazê-los voltar à Idade da Pedra, onde pertencem", disse em um pronunciamento à nação.
Trump voltou a evitar detalhamento dos objetivos, além de não oferecer um plano detalhado para o fim das hostilidades, ou negociações concretas, em meio às provocações aos líderes iranianos. No tema que mais gera expectativa a nações e economia, o fechamento do Estreio de Hormuz, Trump pressionou as nações interessadas a liberarem a passagem de petróleo e fertilizantes elas mesmas.
Em resposta, o governo iraniano ameaçou executar ataques "devastadores" contra Estados Unidos e Israel. "Com a confiança em Deus Todo-Poderoso, esta guerra continuará até sua humilhação, desonra, arrependimento permanente e seguro, e rendição", afirmou o comando militar iraniano, Khatam al-Anbiya, em um comunicado divulgado pela televisão estatal. "Aguardem nossas ações mais devastadoras, amplas e mais destrutivas", acrescentou.