Os analistas dizem que a situação se repetirá, porque uma grande quantidade de energia está acumulada em baixo da terra. O governo chileno está em alerta e nos sites da Presidência e do Ministério do Interior e Segurança Pública, informações são divulgadas em tempo real e foi criado um sistema de monitoramento constante, o qual reúne alertas e medidas de proteção, evacuação e atenção à população.
O terremoto da última terça-feira causou o desacoplamento de três áreas. De acordo com Gabriel González, da Universidade Católica do Chile, a parte central foi rompida, a 100 km de Iquique “Esta zona ainda não liberou energia e compreende duas partes. Uma ao sul em um raio de 292 km e outra, ao norte de até 150 km”, informou.
A cidade de Iquique, principal porto do país, está com problemas de eletricidade e falta de água devido à catástrofe. Duas mil casas foram afetadas até o momento.