O ex-presidente paraguaio Santiago Peña foi posto em prisão preventiva, neste sábado, 7, após ser denunciado por suposta responsabilidade em uma crise bancária que deixou milhões de correntistas sem acesso aos seus depósitos e precipitou sua destituição, informou o juiz Humberto Otazu a jornalistas.
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Peña foi denunciado por suposta lesão de confiança e administração em benefício próprio, em uma investigação sobre irregularidades no Ueno Bank, instituição de cujo grupo controlador foi acionista até 2025. O Ministério Público havia solicitado sua prisão preventiva e o bloqueio de seus bens.
"O juízo decidiu decretar a prisão preventiva", declarou o juiz a jornalistas ao final de uma audiência com Peña e seu advogado. O magistrado informou que o ex-presidente cumprirá a medida no Regimento de Escolta Presidencial, em Assunção, como ocorreu na noite de sexta-feira.