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Guerra entre Israel e Hamas: principais fatos desta quinta-feira

EUA estuda a possibilidade de dar assistência de 50 bilhões de dólares ao exército israelense

Foto : Khader Al-Zanoun / AFP / CP

Um novo dia da guerra entre Israel e Hamas começou ainda com a influência dos Estados Unidos no conflito. O governo norte-americano estuda a possibilidade de enviar mais dinheiro à administração israelense para encarar a guerra. Além disso, o exército liderado pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou ter matado a esposa de um dos fundadores do movimento islâmico palestino.  

• Os Estados Unidos avaliam a possibilidade de incluir um valor em assistência equivalente a 50 bilhões de dólares para Israel. Conforme o site R7, segundo a imprensa norte-americana, o pedido será encaminhado ao congresso americano até sexta-feira.

• As Forças de Defesa de Israel anunciaram, nessa quinta-feira (19), que mataram Jamila al-Shanti. Segundo informações publicadas nesta sexta no site R7, mulher seria a viúva do cofundador do Hamas, Abdel Aziz al-Rantisi. 

• Pelo menos uma centena de manifestantes ocuparam, nesta quarta-feira, um prédio do Congresso dos Estados Unidos. Eles exigiam que os legisladores e o governo pressionem para conseguir um cessar-fogo na Faixa de Gaza, que tem sido bombardeada por Israel desde o ataque do Hamas em 7 de outubro.

• O governo do Egito convidou o Brasil para participar de uma cúpula com outros países para discutir a guerra entre Israel e o grupo Hamas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se recupera de uma cirurgia no quadril e não pode viajar. Um representante irá em seu lugar, mas o nome ainda não foi anunciado. A cúpula ocorrerá neste sábado, no Cairo, capital egípcia.

• O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quarta-feira que é preciso aguardar a "evolução dos fatos", para ver se é possível propor um novo projeto de resolução sobre o conflito de Israel contra o Hamas.