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Justiça arquiva processo de paternidade contra Lugo

Mulher de 40 anos desistiu do processo após o presidente do Paraguai afirmar que faria o teste de DNA

Presidentes Evo Morales (BOL), Lugo e Danilo Astori (URU)
Presidentes Evo Morales (BOL), Lugo e Danilo Astori (URU) Foto : Norberto Duarte / AFp / CP
Um juiz arquivou nesta sexta-feira a ação de paternidade contra o presidente do Paraguai, o ex-bispo católico Fernando Lugo, anunciou à imprensa a promotora do caso. O processo de paternidade aberto contra o presidente paraguaio foi arquivado pelo juiz Osvaldo Cáceres a pedido do Ministério Público porque a demandante desistiu de suas pretensões, explicou a promotora Gloria Alvarez.

Afirmando ser a mãe de um menino de dois anos que nasceu de uma relação com o presidente Fernando Lugo, a mulher de 40 anos havia solicitado o sobrenome do chefe de Estado para o menino. Durante a tramitação do processo, a demandante também pediu que Lugo fosse submetido a um teste de DNA a fim de comprovar a paternidade do presidente.

A decisão judicial foi conhecida dois dias depois do representante legal de Lugo, o advogado Marcos Fariña, afirmar que seu cliente esperava a ordem do juiz para realizar o teste de DNA.

Em dezembro de 2009, o presidente paraguaio enfrentou outro processo de paternidade, promovido por Benigna Leguizamón, de 27 anos, que garante ser mãe de um menino de seis anos fruto de uma relação que manteve com Lugo quando ele era bispo. No mesmo ano, em abril, o ex-bispo já havia reconhecido publicamente ser o pai de um menino de dois anos, após a mãe da criança, Viviana Carrillo, 27, apresentar o primeiro processo de paternidade contra ele.