"Hoje, o mais importante é preservar a unidade e a integridade da Ucrânia. Isto é muito mais importante que qualquer planou ou ambição pessoal. Por isto, tomei esta decisão", completou. Azarov anunciou a renúncia no momento de uma sessão especial do Parlamento em Kiev, que pretende debater uma solução para a crise iniciada há dois meses, quando o governo se negou a assinar um acordo de associação com a UE, para uma aproximação com a Rússia.
Entre as medidas que devem ser abordadas pelo Parlamento está o fim das medidas rígidas contra os protestos, que provocaram a revolta dos opositores. Os deputados suspenderam a sessão pouco depois do início para um debate sobre a agenda do dia.