• Ucrânia acusa Rússia de invasão armada
Ao mesmo tempo, os voos previstos para esta sexta-feira à noite e sábado em direção ao aeroporto de Simferopol, a capital da Crimeia, foram cancelados devido "aos últimos acontecimentos" no local. Militares não identificados e civis pró-Rússia patrulham a região, segundo um porta-voz em Kiev.
Segundo o representante do presidente ucraniano na Crimeia, Sergui Kunitsyn, o local sofreu uma "invasão armada", com mais de 2 mil soldados russos em Simferopol, capital da república autônoma do sul da Ucrânia. "O espaço aéreo (da Crimeia) está fechado em razão do grande número de aterrissagens de aviões e helicópteros russos", declarou Kunitsyne.
O presidente interino da Ucrânia, Olexandre Turchinov, pediu que o presidente russo, Vladimir Putin, "pare imediatamente com agressão não dissimulada e retire seus militares da Crimeia". Em um declarações transmitida pela televisão, Turchinov denunciou uma provocação de Moscou. Segundo ele, "provoca-se o conflito e, em seguida, anexa-se o território".