De acordo com a Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), a defensora entrou com a sacola no parlatório e conversou com o seu cliente. Até este local, é permitido que o advogado entre com embrulhos ou sacola, pois não há contato com o detento.
No entanto, segundo a Susepe, após falar com o preso, a advogada saiu do parlatório e, ao invés de se dirigir para a saída, entrou em um corredor lateral, que leva às galerias. Como era horário do almoço, ela entrou enquanto um carrinho distribuía os alimentos, mas foi detida pelos agentes penitenciários.