• Leia mais sobre o caso Bernardo Boldrini
Segundo o advogado, diferentemente do que registram as folhas do depoimento da acusada dado à Polícia, ela não teria recebido dinheiro para ajudar a amiga e madrasta, Gracieli Ugulini, para consumar a morte. Ele entende que o depoimento prestado pela assistente social não tem validade, pois não consta escrito que ela dispensou a presença de um advogado.
“O que conversei com ela nesta terça-feira é totalmente divergente do que está no depoimento", frisou. De acordo com Grapiglia, a assistente social teria participação tão somente na ocultação do cadáver. “Ela me disse que não viu como ele morreu e nem sabe como foi."
Além disso ele informou que o caso não tem motivação financeira.”É puramente psicológica, pois a Graciele disse que se a Edelvânia não ajudasse a cavar ia matar ela e a família”, garantiu o advogado.