Ataque de Adélio a Bolsonaro não teve mandante, diz inquérito da PF
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Ataque de Adélio a Bolsonaro não teve mandante, diz inquérito da PF

Documento indica, mais uma vez, que o pedreiro agiu sozinho

Por
Record TV Minas e R7

A decisão pelo arquivamento atende pedido do Ministério Público Federal


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O resultado parcial do segundo inquérito da Polícia Federal (PF) sobre o ataque ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) concluiu que não houve mandantes no crime. O relatório com mais de 300 páginas foi enviado à Justiça Federal nessa quarta-feira.

Conforme mostrou o R7 no final de abril, as provas colhidas apontam, mais uma vez, que o pedreiro Adélio Bispo agiu sozinho ao esfaquear o então candidato à presidência, em setembro de 2018.

Apesar disto, os investigadores ainda tentam autorização do Supremo Tribunal Federal (STF) para fazer uma perícia no celular de Zanone Oliveira, advogado de Adélio Bispo, e colher mais informações relacionadas ao caso.

O aparelho chegou a ser recolhido durante uma operação, mas uma decisão do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF-1), atendendo a um pedido de Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), barrou a análise dos dados.

O relatório apresentado à Justiça foi baseado em depoimentos, quebras de sigilo bancário, fiscal, de telefone e resultado de buscas e apreensões de documentos e diligências realizadas, além da desconstrução de diversas fake news que surgiram sobre o caso.


Procurado, o advogado de Adélio Bispo disse que ainda não teve acesso ao relatório da PF e afirmou também acreditar que o autor da facada agiu sozinho. O Planalto informou que não vai comentar sobre o documento.