Segundo o advogado da associação, Jonas Stecca, a obra revoltou amigos e familiares e muitos teriam regredido no tratamento com psicológos. O presidente da AVTSM, Adherbal Ferreira, criticou a narrativa de fatos "sem qualquer comprovação de terem ocorrido". Na página cinco do livro, Trevisan escreveu: “No auge da balada celestial, o Pai perguntou se alguém queria voltar. Dois ou três disseram que sim e foram encontrados vivos no caminhão frigorífico que transportava os corpos ao Ginásio de Esportes.”
Ainda nesta segunda-feira deve ser concluída mais uma etapa do inquérito polical sobre as causas do incêndio na boate Kiss. A equipe da Policia Civil, coordenada pelo delegado Sandro Meinerz, deve encerrrar o trabalho investigativo solicitado pelo Ministério Público (MP). O órgão pediu esclarecimentos sobre a participação da mãe e da irmã do empresário Elissandro Spohr na administração da casa noturna.
O MP também solicitou investigação do secretário de Controle e Mobilidade Urbana, Miguel Passini, e do chefe de fiscalização da secretaria, Beloyannes Orengo Pietro Júnior, para esclarecer se a boate funcionava dentro da lei, se possuía plano de prevenção contra incêndio e se havia venda de bebidas a menores de idade.