Em uma reunião realizada na na sede do Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), em Porto Alegre, foram definidas medidas imediatas de segurança a serem adotadas no entorno de todo o complexo prisional da Penitenciária Estadual de Canoas (PECAN). O encontro com autoridades estaduais e municipais já havia sido solicitado pela instituição, antes mesmo da morte do apenado Jackson Peixoto Rodrigues, de 41 anos, dentro da PECAN 3, no último sábado.
Foram definidas questões como um patrulhamento fixo pela Brigada Militar 24 horas por dia, assim como o incremento, por parte da Prefeitura de Canoas, do monitoramento por câmeras nas imediações do complexo penitenciário conectado ao cercamento eletrônico do Estado. Também foi criada a Comissão Interinstitucional com órgãos de segurança pública e o MPRS para acompanhamento das medidas já adotadas. Para isso, haverá reuniões semanais. Outras ações estruturais necessárias serão implementadas conforme avaliações constantes.
Estiveram presentes na reunião a subprocuradora-geral de Justiça para Assuntos Institucionais do MPRS, Isabel Guarise Barrios; o secretário estadual de Sistemas Penais e Socioeducativo, Luiz Henrique Viana; o procurador do Estado, Samir Alves Merlo; o promotor de Justiça Criminal de Canoas Rafael Russomanno Gonçalves; o delegado de polícia e secretário executivo do programa estruturante RS Seguro, Antônio Padilha; o comandante de Policiamento Metropolitano (CPM) da Brigada Militar, e o superintendente dos Serviços Penitenciários (Susepe), Mateus Schwartz; Pela Prefeitura de Canoas, compareceram o secretário municipal de Segurança, Álex Brandão; e integrantes de outras pastas municipais.