O coronel relatou que estão sendo ouvidos os policiais militares (PMs) que estavam em serviço na noite dessa segunda-feira, os PMs que perceberam o fogo e os bombeiros que combateram o incêndio.Técnicos do Instituto Geral de Perícias (IGP) também fazem vistoria nesta manhã. “Esta perícia está sendo feita para termos melhor encaminhamento das investigações. É difícil, realmente, viatura pegar fogo do nada”, afirmou.
O coronel deixou claro, no entanto, que não há haveria um motivo específico. “Não detectamos nenhuma ameaça em relação a isso. Se tivéssemos recebido, medidas saneadoras teriam sido tomadas”, argumentou. “Como o fato ocorreu é a questão”, explicou Freitas Moreira. “Aí vem o serviço da perícia, que vai nos dar melhor linha de ação para a investigação: se o incêndio é criminoso ou não. Se for, teremos que ver quem estava no local”, explicou. “É isso que temos que apurar para poder também identificar a qualidade do serviço de vigilância do quartel”, acrescentou.
Moreira Freitas relatou ainda que as viaturas não estavam com o "tanque cheio". Segundo ele, os veículos tinham combustível suficiente para pequenos deslocamentos. O coronel disse ainda que no local onde ocorreu o incêndio não há câmeras de monitoramento. O comandante contou que os veículos não têm seguro, mas que a BM tentará repor o mais rápido possível.