A sessão precisou ser interrompida durante alguns minutos por causa do choro compulsivo do réu. Segundo a defesa, ele não lembra o que ocorreu no dia do crime porque teria sido atingido pela vítima com uma paulada na cabeça.
A dentista foi espancada, estuprada e morta a golpes de facão. O episódio ocorreu após o meio-dia, próximo do Túnel Arroio Carvalho. Na ocasião, Márcia conduzia um Fox e Lima um caminhão. A vítima foi encurralada junto ao “guard rail”. Em seguida, foi dominada e levada a um matagal às margens da estrada, onde foi amarrada a uma árvore e agredida.
O caminhoneiro foi denunciado pelo promotor João Carlos de Azevedo Fraga, de Osório, por homicídio, estupro e atentado violento ao pudor. Porém, quem representa o Ministério Público no plenário é a promotora Dirce Soler. Ela sustenta a denúncia de homicídio duplamente qualificado.