Conforme a polícia, cada cirurgia custava de R$ 1,5 mil a R$ 4 mil. O delegado Silvio Huppes disse que a investigação iniciou há três meses, quando a polícia foi informada sobre a morte de uma mulher de 25 anos, no hospital Nossa Senhora das Graças, em Canoas. Ela teria feito um aborto no local.
Para comprovar a denúncia, uma agente se fez passar por grávida e ingressou no estabelecimento. De acordo com o delegado, materiais relacionados a procedimentos cirúrgicos foram apreendidos. A rua chegou a ser fechada pelas viaturas, no momento da operação Mater, que contou com 40 agentes.