Além do indiciamento, o inspetor Leonardo Gardel revela que a Polícia pretende esclarecer se a funcionária agiu de forma correta ao repassar o medicamento, com receita, à irmã menor da vítima, de 11 anos. A confirmação do indiciamento ainda depende de laudos da perícia que possam comprovar que a causa da morte foi edema agudo pulmonar. O tempo de experiência da funcionária também é desconhecido.
Andriza Oliveira da Silva morreu na noite de segunda-feira depois de ter inalado o medicamento errado durante uma sessão de nebulização. A adolescente usou um remédio genérico para glaucoma. Na receita, o remédio indicado era para crise de asma.
O Conselho Regional de Farmácia (CRF-RS) já adiantou que pretende abrir um processo ético para apurar paralelamente o caso. Apesar de estar trabalhando no local, no ato da venda, a farmacêutica responsável não foi consultada, disse o presidente do CRF, Roberto Canquerine. A farmácia está regularizada para operar.