O agricultou morreu no dia 25 de março, depois de esperar quase meia hora pelo atendimento. Ele sofreu um acidente de motocicleta no município em que vivia, Herveiras, e sofreu uma parada cardiorrespiratória depois de inalar sangue do ferimento na cabeça. O Pronto-Atendimento alegou que demorou para atendê-lo porque a prefeitura de Herveiras não havia feito um contato prévio para acertar o ressarcimento dos gastos com a internação.
Para a delegada, ao negarem os primeiros socorros, o plantonista e o enfermeiro assumiram o risco de agravar o quadro para irreversível. O inquérito foi entregue com documentos e DVDs com imagens mostrando que Padilha levou 28 minutos para ser atendido. Em 119 dias, a polícia ouviu mais de 30 pessoas e analisou as cenas das câmeras de segurança internas e externas do hospital.