Na quinta-feira, o promotor da Infância e Juventude, Érico Barin havia pedido a internação do garoto, embasado na gravidade do crime. O promotor confirmou que havia atritos entre pai e filho. O jovem deve continuar sob cuidados de familiares em Cruz Alta. A identidade do menino é preservada por ele ser menor de idade.
O crime ocorreu na segunda-feira, mas o corpo da vítima foi mantido na residência até quarta, quando o garoto ligou para o 190 e informou a Brigada Militar (BM) sobre o assassinato. Em depoimento à Polícia Civil, o jovem alegou que sofria agressões físicas e verbais do pai. “Ele admitiu que tinha intenções de matar o pai”, relatou o responsável pelo caso, delegado Alfredo de Oliveira. O adolescente teria disparado duas vezes contra o homem na cozinha da casa onde os dois moravam. Os tiros atingiram a nuca e as costas da vítima.