O delegado adiantou que as câmeras públicas existentes no entorno da rua Alberto Bins, onde fica o contêiner, não ajudaram na investigação. A Polícia examina, agora, imagens de equipamentos privados existentes no local. Em um segundo contêiner, a uma quadra de onde o corpo foi deixado, foram encontrados uma faca, um estilete e uma almofada com resquícios de sangue. O DNA do material vai ser analisado para atestar se há ligação entre os casos, explica Bringhenti. Não há prazo para que o resultado seja divulgado.
A Polícia ainda tenta esclarecer onde o homem vivia e se tinha emprego fixo e era casado, por exemplo. O delegado ainda mantém em sigilo a identificação do corpo, que foi dividido em seis partes - crânio, tronco, pernas e braços - e colocado em sacos de lixo. Uma catadora localizou o cadáver, nesse domingo. A suspeita é de que o crime tenha ocorrido na noite passada.