Foram ouvidas, nesta quarta-feira, mais três testemunhas de acusação referentes a um caso de possível falsidade ideológica envolvendo a boate Kiss, em Santa Maria. O processo segue em paralelo ao principal, averiguando a idoneidade de uma consulta popular exigida pela Prefeitura a fim de liberar a regularização da casa, onde morreram 242 pessoas durante incêndio em 27 de janeiro de 2013. No processo, estão sendo investigados os nomes incluídos nessa listagem, suspeita de fraude.
De acordo com a acusação, muitas assinaturas pertencem a pessoas que não residiam na área de abrangência exigida pelo documento, facilitando, assim, a abertura da boate, ainda em 2009. O documento serviu para comprovar a suposta aceitação da vizinhança para a instalação da boate na área.
Nesta quarta, quatro pessoas tinham depoimento previsto, mas apenas três falaram. A oitiva da quarta testemunha foi transferida para esta quinta-feira, juntamente com mais dois remanescentes. Nos dias 12 e 13, serão ouvidas as testemunhas de defesa.
Mais três são ouvidos em caso de falsidade ideológica envolvendo a boate Kiss
Oitivas seguirão até o próximo dia 13 de maio<br />