A operação Pitágoras foi deflagrada nesta manhã. Os investigadores encontraram indícios de que as vagas para apenados da região eram reservadas mediante pagamento. Em caso contrário, o preso era encaminhado para uma unidade distante da região.
A morte de um detento com problemas de saúde é outro crime que pode ser imputado à quadrilha, montada para ganhar com a administração da unidade. Segundo o MP, o preso não foi levado a tempo para receber atendimento médico, o que configura homicídio com dolo eventual, quando se assume o risco de matar.
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante o dia em Taquara, Parobé, Canoas, Araricá, Gravataí e Gramado. Os servidores presos foram transferidos para unidade do Grupamento de Operações Especiais (GOE) da Polícia Civil, em Porto Alegre.