O grupo é suspeito de vender armas de grosso calibre, comercializar drogas, distribuir celulares em presídios, falsificar documentos e participar de assaltos a bancos. "É uma quadrilha com atuação, principalmente, na parte logística e de apoio a outros grupos. Eles utilizavam empresas de fachada, como uma loja de venda de celulares, para encobrir a atividade criminosa", explica o promotor André Luís Dal Molin Flores.
A operação para desmantelar o bando foi deflagrada em março deste ano e batizada de Medusa, devido ao caráter multifacetário da quadrilha, que agia de forma criminosa em várias frentes. A ação foi coordenada pelos promotores de Justiça André Luis Dal Molin Flores, Diego Rosito de Vilas e Rodrigo Carpi Nejar. A denúncia é assinada pelo promotor Dal Molin.