Polícia

Ocupação de prisão feminina de Guaíba por detentos homens gera polêmica

Possibilidade de mudar orientação do projeto foi estudada para suprir a falta de vagas no RS

Ocupação de prisão feminina de Guaíba por detentos homens gera polêmica
Ocupação de prisão feminina de Guaíba por detentos homens gera polêmica Foto : Antonio Paz / Palácio Piratini
O novo encarregado da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Gelson Treiesleben enfrenta sua primeira polêmica.  O novo presídio de Guaíba, localizado no km 303 da BR 116, foi construído para abrigar mulheres, e está no centro de uma discussão para liberar a carceragem também para prisioneiros do sexo masculino, por conta da necessidade de vagas.

O Judiciário, no entanto, não abre mão de que o estabelecimento penal seja feminino, e inclusive já enviou um ofício nesse sentido à Susepe. O documento, contudo, ainda não chegou à mesa do superintendente, até o final da tarde desta quinta-feira.

Nesta quinta-feira, uma equipe da Susepe foi até o presídio para fazer uma verificação da construção. Foi constatado que ainda falta ligação elétrica, além de alguns materiais de uso diário dos agentes, que devem ser levados ao local.

Em novembro, a ex-governadora Yeda Crusius vistoriou as obras da Penitenciária Feminina de Guaíba. A construção foi planejada para abrigar 442 mulheres; 384 para regime fechado; 32 para maternidade (com berçário); 16 vagas individuais e dez para inclusão e triagem.

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