O Judiciário, no entanto, não abre mão de que o estabelecimento penal seja feminino, e inclusive já enviou um ofício nesse sentido à Susepe. O documento, contudo, ainda não chegou à mesa do superintendente, até o final da tarde desta quinta-feira.
Nesta quinta-feira, uma equipe da Susepe foi até o presídio para fazer uma verificação da construção. Foi constatado que ainda falta ligação elétrica, além de alguns materiais de uso diário dos agentes, que devem ser levados ao local.
Em novembro, a ex-governadora Yeda Crusius vistoriou as obras da Penitenciária Feminina de Guaíba. A construção foi planejada para abrigar 442 mulheres; 384 para regime fechado; 32 para maternidade (com berçário); 16 vagas individuais e dez para inclusão e triagem.