Conforme a assessoria da Polícia Civil, mais de mil equipamentos foram apreendidos na linha de montagem de jogos eletrônicos. Agentes e promotores tiveram acesso a um escritório que acreditam ser a central de comando.
Documentos e computadores foram recolhidos e serão analisados. A promotoria busca novas informações sobre a organização criminosa e provas contra os detidos. Trabalharam na operação 20 policiais, cinco delegados, dois promotores e dez servidores da força-tarefa do MP.