"Com esta operação, nós buscamos eslcarecer a relação do Gamp com a prefeitura de Canoas. Temos até o momento três prisões e a apreensão de mais de R$ 40 milhões. Esta é uma fase inicial da investigação, que teve um primeiro eixo de trabalho, mas com certeza teremos outras porque percebemos uma série de pontos que precisam ser esclarecidos", explicou Beltrame.
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Ao ser questionado sobre a identidade dos suspeitos presos, Beltrame limitou-se a dizer que o trio pertenceria à Gamp. "São diretores da Gamp. Nós ainda não podemos revelar os nomes porque ainda buscamos um alvo e isso poderia prejudicar o nosso trabalho", acrescentou.
Na avaliação de Beltrame, a operação desvenda "uma relação duvidosa" que se estabeleceu na área da Saúde de Canoas. "A gente tem consciência de que há mais coisa. Nós estamos com uma investigação muito grande, que terá desdobramentos. Há fiscalização mal feita, que não seguia as normas adequadas para destinação de valores e prestação de contas. Há também casos pontuais de contratação de parentes e amigos pela Gamp", salientou.