O caso teria ocorrido em setembro de 2011. A vítima seria um jovem seminarista, então com 15 anos. Depois que a Polícia Civil encaminhou o inquérito ao Ministério Público, há duas semanas, o órgão, através do promotor André Luís Dalmolin Flores, pediu para que o setor de psicologia realizasse um estudo psicossocial sobre o caso.
Serão analisados o padre, o seminarista e a família do jovem, entre outras possíveis testemunhas. O órgão tem 30 dias para concluir o documento, mas o prazo pode ser prorrogado. Depois disso, o Ministério Público deve se posicionar se irá ou não denunciar o padre. O religioso foi afastado das atividades e, atualmente, vive em um lar para aposentados.