Polícia Civil de São Paulo captura um dos pioneiros do Novo Cangaço e que estava foragido desde 2014

Polícia Civil de São Paulo captura um dos pioneiros do Novo Cangaço e que estava foragido desde 2014

Criminoso é suspeito de participar do ataque ao Banco do Brasil de Criciúma no final do ano passado

Correio do Povo

Um dos mais procurados no país, bandido foi preso em uma mansão na cidade paulista de Limeira

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Um dos pioneiros da modalidade criminosa conhecida como Novo Cangaço, Davi Marques dos Santos, 44 anos, preso na última quarta-feira em São Paulo, é suspeito de participação no ataque com explosivos contra o Banco do Brasil em Criciúma, em Santa Catarina, entre 30 de novembro e 1º dezembro do ano passado. Em 2019, ele atuou nos ataques a carros-fortes ocorridos no aeroporto regional de Blumenau, em Santa Catarina, em março, e no terminal de cargas do aeroporto de Viracopos, em São Paulo, em outubro.

Foragido desde 2014 e um dos mais procurados no país, o criminoso foi capturado pelos agentes da 5ª Delegacia de Polícia de Investigações sobre Furtos e Roubos a Bancos, do Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil de SP, na manhã da última quarta-feira em uma mansão na cidade paulista de Limeira.

Apontado como ligado à facção paulista Primeiro Comando da Capital (PCC), Davi Marques dos Santos é considerado como um dos principais envolvidos nos mais audaciosos roubos no Brasil e Paraguai, sendo especialista em invasões e explosões de empresas de transportes de valores, agências bancárias e aviões pagadores.

O bandido também é um dos implementadores da formação de bandos para atacarem cidades, modalidade conhecida como “Novo Cangaço”. Ele é suspeito ainda de participar de interceptações de três carros-fortes na rodovia dos Tamoios, a SP 99, em Paraibuna, no Vale do Paraíba, em janeiro de 2019. Antes, em 2016, o assaltante esteve no ataque a transportadoras de valores em Santos, em abril, e Santo André, em agosto.

Conforme as autoridades, Davi Marques dos Santos liderou também a invasão a uma empresa de transporte de valores em Ciudad del Este, no Paraguai, em abril de 2017.  Nos anos 2000, o criminoso foi investigado por invasões em bando de cidades no interior da Bahia, Pernambuco e Maranhão, sendo roubadas agências bancárias e casas lotéricas.

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