Um policial militar de folga é suspeito de ter atirado em um homem na hidroviária de Rio Grande. O tiro atingiu a perna de um médico que foi levado ao Pronto Socorro da Santa Casa e transferido para outro hospital. Os dois estavam dentro da lancha que faz a travessia para São José do Norte quando se desentenderam. O disparo ocorreu quando a embarcação estava atracada. A Polícia Civil investiga o caso. O fato foi registrado como lesão corporal na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA).
A Brigada Militar divulgou uma nota, onde confirma o desentendimento e o disparo da arma de fogo pelo policial militar. Foi registrado um boletim de ocorrência na corporação a fim de assegurar a devida formalização dos fatos, bem como serão instaurados os procedimentos administrativos e investigativos cabíveis para a completa apuração do ocorrido. "A instituição não compactua com desvios de conduta e sendo constatada alguma infração o militar será devidamente punido", finaliza a nota.
De acordo com o advogado Flávio Karam Júnior, que defende o PM, “o que ocorreu foi uma ação fundada em clara legítima defesa, para fins de repelir iminente agressão”. "Tudo foi provado já na lavratura do boletim de ocorrência, inclusive com prova em vídeo, não tendo, de igual forma, sequer havido prisão. Foi registrada ocorrência por ameaça e crimes contra a honra praticados contra o policial militar", frisou.
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