Os pés, cuja folha dá origem ao entorpecente, foram plantados próximos aos alojamentos do albergue da casa prisional, em frente à cozinha dos detentos. O terreno, salientou o oficial, tem um pouco de mato o que ajudou a esconderem as plantas, que ainda estavam se desenvolvendo, mas já se sobressaiam entre outras folhagens. “Pelo tamanho da planta, eles ainda não tinham feito a colheita”, detalhou Santos.
Durante a operação no estabelecimento penal, uma mulher foi presa em flagrante tentando ingressar com 24 gramas de cocaína na penitenciária. Além do achado inusitado, foram apreendidos 10 tijolos de maconha, 27 telefones celulares, 121 estoques (facas improvisadas), um revólver calibre 22, entre outros objetos.
O superintendente dos Serviços Penitenciários, Gelson Treiesleben, explicou que, na casa prisional, o maior rigor da vigilância é voltado ao regime fechado. Averiguações ocorrem no regime semi aberto, contudo, salientou o superintendente.