A delegada Daniela de Oliveira Mineto, titular da 1ª Delegacia de Homicídios, responsável pela investigação, recebeu nesta terça-feira os dados do relatório da operadora. O levantamento revelou que a PM recebeu poucas ligações antes do desaparecimento. A última foi de um amigo às 17h20min do dia 18.
A partir do desaparecimento, as chamadas só caem na caixa postal, indicando que o telefone está desligado. Com o aparelho desligado, não é possível fazer o rastreamento.
Daniela de Oliveira Mineto espera agora pelo resultado da perícia no computador na PM, que foi encaminhado ao Instituto Geral de Perícias (IGP). Enquanto isso, a polícia continua ouvindo pessoas que tinham alguma relação com a PM Luane na expectativa de encontrar algum vestígio que possa contribuir com as investigações.
A família oferece uma recompensa de R$ 5 mil em dinheiro mais uma moto por informações que possam levar ao paradeiro de Luane.