Polícia

Quebra do sigilo telefônico da PM desaparecida não ajuda investigação

Delegada espera agora pelo resultado da perícia no computador da policial

A quebra do sigilo e rastreamento do telefone da soldado da Brigada Militar de Passo Fundo, Luane Chaves Lemes, 23 anos, não trouxeram nenhuma contribuição que pudesse ajudar a desvendar o mistério em torno do desaparecimento da PM. Havia grande expectativa da polícia de que os dados do rastreamento, autorizado pela Justiça, pudesse revelar o trajeto feito pela PM Luane, desaparecida desde o último dia 19.

A delegada Daniela de Oliveira Mineto, titular da 1ª Delegacia de Homicídios, responsável pela investigação, recebeu nesta terça-feira os dados do relatório da operadora. O levantamento revelou que a PM recebeu poucas ligações antes do desaparecimento. A última foi de um amigo às 17h20min do dia 18.

A partir do desaparecimento, as chamadas só caem na caixa postal, indicando que o telefone está desligado. Com o aparelho desligado, não é possível fazer o rastreamento.

Daniela de Oliveira Mineto espera agora pelo resultado da perícia no computador na PM, que foi encaminhado ao Instituto Geral de Perícias (IGP). Enquanto isso, a polícia continua ouvindo pessoas que tinham alguma relação com a PM Luane na expectativa de encontrar algum vestígio que possa contribuir com as investigações.

A família oferece uma recompensa de R$ 5 mil em dinheiro mais uma moto por informações que possam levar ao paradeiro de Luane.



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