Cerca de 80 mulheres participaram do levante dentro da cadeia. A Ala E foi o principal foco de rebeladas, que provocaram diversos danos materiais às instalações, mas não agrediram outras apenadas nem deixaram agentes penitenciários feridos.
A rebelião teria começado depois que agentes apreenderam uma sacola com maconha e celulares dentro do pátio. Uma das detentas puxava o material para a cela quando foi flagrada. Naquele momento, ocorria a visita de familiares ao presídio, que foi interrompida.
Em represália, as apenadas atearam fogo em colchões. Por volta das 16h30min, o comandante das Patrulhas Especiais (Patres), unidade do Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar, major Francisco Vieira, chegou ao local para negociar.