Por volta das 17h30min, as presas aceitaram negociar e começaram a descer para o pátio, mas decidiram retornar para as celas. A rebelião teria começado depois que agentes apreenderam uma sacola com maconha e celulares dentro do pátio. Uma das detentas puxava o material para a cela quando foi flagrada.
Naquele momento, ocorria a visita de familiares ao presídio, que foi interrompida. Em represália, as apenadas atearam fogo em colchões. Por volta das 16h30min, o comandante das Patrulhas Especiais (Patres), unidade do Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar, major Francisco Vieira, chegou ao local para negociar e tentar apaziguar a situação.
Das janelas, elas gritavam para quem estava do lado de fora. "Ô, repórter, sai daí que vai ter tiro", dizia uma das presas às equipes de reportagem que fazem a cobertura da rebelião. Participam da negociação o diretor-adjunto do Departamento de Segurança e Execução Penal, Alberi Pereira, o promotor e o juiz da Vara de Execuções Criminais (VEC),Gilmar Bortoloto e Luciano Pretto, respectivamente. A avenida Teresópolis está bloqueada no sentido Centro-bairro.