A carta, escrita à mão, detalha que o ex-vice-cônsul foi vítima de um golpe. Teresa Falcão diz ser ex-namorada de Pinto e, com a ajuda de uma amiga, ela teria recebido o dinheiro repassado pela igreja católica como garantia para viabilizar a reforma de templos no Rio Grande do Sul.
“Isso me parece mais uma tentativa esdrúxula de se esquivar da responsabilidade”, afirmou o promotor Dallazen. Com prisão preventiva mantida, após ter o pedido de habeas corpus negado, Adelino Pinto permanece como foragido da Justiça.