Superlotada, a cadeia tinha capacidade para abrigar 30 presos em quatro celas, mas ali estavam 97 detentos. A própria delegada responsável pela carceragem, Laura Amélia Barbosa, atribuiu o motim à superlotação da cadeia. "O clima foi tenso e os presos sempre ameaçavam matar mais pessoas", disse a delegada, em entrevista a uma rádio local.
Termina com seis mortos rebelião em cadeia do Maranhão
Prisão tinha capacidade para abrigar 30 detentos em quatro celas, mas ali estavam 97
Terminou na tarde desta terça-feira a rebelião na Delegacia Regional de Polícia de Pinheiro, no Maranhão. A Polícia do Estado confirmou que seis presos morreram. Com requintes de crueldade, os presos mataram e decapitaram quatro dos presos assassinados. Entre as vítimas está José Agostinho Bispo Pereira, preso por ter abusado sexualmente da filha, de 28 anos, com quem teve sete filhos. O motim começou por volta das 22h30 de ontem.
Superlotada, a cadeia tinha capacidade para abrigar 30 presos em quatro celas, mas ali estavam 97 detentos. A própria delegada responsável pela carceragem, Laura Amélia Barbosa, atribuiu o motim à superlotação da cadeia. "O clima foi tenso e os presos sempre ameaçavam matar mais pessoas", disse a delegada, em entrevista a uma rádio local.
Superlotada, a cadeia tinha capacidade para abrigar 30 presos em quatro celas, mas ali estavam 97 detentos. A própria delegada responsável pela carceragem, Laura Amélia Barbosa, atribuiu o motim à superlotação da cadeia. "O clima foi tenso e os presos sempre ameaçavam matar mais pessoas", disse a delegada, em entrevista a uma rádio local.