O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) denunciou três pessoas pelo envolvimento na morte de Cristine Fagundes, 44 anos, baleada em 25 de agosto, em frente a uma escola na zona Norte de Porto Alegre. O trio - que está preso preventivamente - foi denunciado por latrocínio: roubo seguido de morte.
Um dos presos, de 30 anos, disse que atirou sem querer, após o carro da vítima ter feito um movimento. Ele permanece preso na Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas.
A vítima foi surpreendida pelos assaltantes dentro do carro aguardando o filho deixar o colégio Dom Bosco, na rua Eduardo Chartier. A filha mais velha de Cristine, de 17 anos, presenciou o crime, mas não ficou ferida. O veículo não chegou a ser levado.
O crime
Cristine foi morta no final da tarde de 25 de agosto. Ela estava de carro aguardando o filho, entre as ruas Ary Machado e Eduardo Chartier, próximo ao colégio Dom Bosco, quando foi abordada por criminosos. Um deles atirou e baleou Cristine, que não resistiu aos ferimentos.
O antigo titular da Secretaria da Segurança Pública, Wantuir Jacini, pediu exoneração do cargo depois da morte de Cristine Fagundes. O crime desencadeou uma crise no governo do Estado que criou um gabinete especial para modificar o quadro atual da segurança. A partir da saída de Jacini, o governador Sartori decidiu pedir o reforço da Força Nacional.
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