Postal destacou que está sendo obedecida uma determinação dos líderes das bancadas que acordaram pela proibição do uso de CCs em sedes partidárias e ainda limitou o número máximo de seis servidores em atividades externas nas bases eleitorais dos políticos. Para Postal, esse é um assunto vencido que não merece ser rediscutido. Para o gestor, a solução já foi encontrada.
A primeira vice-presidente da Assembleia, Zilah Breitenbach, do PSDB, classificou a cautelar como uma ingerência do TCE ao interferir nas medidas adotadas por uma instituição com autonomia. De acordo com a deputada tucana, qualquer mudança nas ordens que já estão em vigor devem ter a anuência da Mesa Diretora e não podem partir de uma regra definida e estabelecida pelo Tribunal de Contas.
O conselheiro Estilac Xavier, autor da iniciativa, ainda alertou que vai encaminhar ao pleno do TCE um pedido de aprovação para uma tomada de contas na Assembleia. O objetivo é auferir a efetividade dos funcionários, o desempenho das funções e supostos gastos a mais oriundos de irregularidades no exercício da assessoria parlamentar. Estilac solicitou o retorno imediato de qualquer servidor que caracterize desvio de função.
O presidente do Legislativo afirmou estranhar o comportamento de conselheiros que já foram deputados e que agora querem acabar com uma prática adotada por eles mesmos enquanto eram parlamentares. Cada gabinete pode ter nove cargos de confiança e o deputado pode desdobrar as funções, totalizando um número de até 15 servidores.