Política

CCJ do Senado analisa cronograma de trabalho da regulamentação da tributária

Calendário prevê audiências públicas até 14 de novembro

CCJ do Senado analisa propostas sobre tributária
CCJ do Senado analisa propostas sobre tributária Foto : Marcos Oliveira / Agência Senado / CP

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado analisa nesta quarta-feira, 23, o cronograma de trabalhos apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator do projeto de regulamentação da reforma tributária. O calendário, divulgado na noite de terça, 22, prevê audiências públicas sobre a proposta na Comissão de Constituição e Justiça até o dia 14 de novembro.

A votação, portanto, poderia ser realizada somente a partir da segunda quinzena de novembro. Estão previstas, ainda, duas sessões temáticas de debate da proposta no plenário do Senado, o que pode empurrar a votação final dos senadores para o início de dezembro.

A sessão da CCJ está marcada para as 10h. Braga divulgou seu cronograma na noite desta terça-feira, 22, horas antes de lê-lo na reunião da CCJ. No calendário sugerido, e que será debatido com os demais congressistas, há 11 audiências públicas previstas. Elas terão como tema:

- Novos tributos incidentes sobre o consumo e reorganização da economia nacional;

- Impacto no setor produtivo;

- Impacto social e regimes diferenciados;

- Impacto na saúde;

- Regime específico do setor financeiro;

- Demais regimes específicos;

- Impacto no setor de infraestrutura (energia, telecomunicações, saneamento e imobiliário);

- Simples Nacional e Zona Franca de Manaus;

- Imposto Seletivo;

- Fundo de compensação e novo modelo de desenvolvimento regional;

- Regras de transição.

O relator prevê o início das audiências públicas na próxima terça-feira, 29. Na próxima semana, seriam três encontros na CCJ para debater a proposta. Nas duas semanas seguintes, quatro encontros semanais.

"Houve um esforço no sentido de compatibilizar o calendário eleitoral deste ano com o cronograma de trabalhos que estabeleceremos, aqui, para a regulamentação da reforma tributária", alegou Braga.

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