Para garantir o percentual à saúde, o parlamentar retirou 11,35% da receita livre destinada à Assembleia Legislativa, ao Executivo e ao Judiciário, totalizando R$ 176,7 milhões. A maior fatia – R$ 150 milhões – atinge o Executivo. A projeção é de um orçamento de R$ 45 bilhões. O texto vai a plenário na próxima terça-feira.
Para Marlon Santos, o Executivo vai cumprir o que for aprovado pelo Legislativo. "O governador é uma pessoa de bom senso e vai cumprir, sem dúvida nenhuma", disse. O Tribunal de Justiça, que representa um dos poderes que terão redução de receitas com o relatório aprovado, irá se pronunciar nesta tarde. A reportagem entrou em contato com a Secretaria do Planejamento do Estado e aguarda retorno.