Segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o objetivo da reunião é conhecer as circunstâncias do afastamento do magistrado. Também participarão do encontro o juiz Leão Aparecido Alves, o corregedor geral do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), Carlos Olavo e o presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), Nino Oliveira Toldo.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, considerou de "gravidade incomum e qualificada" as ameaças veladas feitas ao juiz federal Paulo Augusto Moreira Lima, que comandava o processo contra o contraventor Carlinhos Cachoeira, e que o levaram a abandonar o caso. "Não se pode ameaçar do ponto de vista físico, moral ou psicológico nenhum julgador e sua família", afirmou.
Ao comentar o caso nesta terça, Eliana mostrou insatisfação com o simples afastamento do magistrado, sem que a Corregedoria tomasse outras medidas para apurar responsabilidades e proteger o juiz. “Nós não podemos ter juízes covardes, nós não podemos ter juízes ameaçados, não podemos aceitar que ameaças veladas, físicas ou morais, possam impedir que a nossa magistratura desempenhe suas funções”, enfatizou.